Crise econômica e suas consequências globais

  • Posted on agosto 21, 2012 at 21:23

Com o crescimento acelerado das indústrias em quase todo o planeta no início do século XX, o mundo ficou fascinado com novas invenções e a capacidade tecnológica, até que no final da segunda década, mais precisamente em 1929, os Estados Unidos da América como superpotência mundial, que fazia parte desta orquestração de ganhos, como instrumento principal de fornecimentos de produtos de consumo, passou por uma grande crise econômica. Isto ocorreu devido a superprodução para um mercado consumidor despreparado, o que levou várias empresas a falência, desemprego em massa, manifestações e questionamentos em relação ao sistema econômico capitalista.

É bom lembrar que é neste quadro de crise econômica que surge a figura de Getúlio Vargas em campanha, onde dizia em seus discursos que se fosse dado a ele o governo brasileiro, criaria novas leis trabalhistas e faria de tudo para estabelecer no Brasil o que mais lhe faltava, uma indústria de base, deixando-o assim menos dependente das demais nações. Realmente ao assumir a posição como presidente, Vargas elaborou novas leis trabalhistas, e principiou a indústria de base brasileira, criou a Petrobrás, entre outros feitos. No entanto, a história voltou a se repetir, primeiro nos EUA, e em reflexo a isso, a crise econômica se estendeu ao velho continente, de maneira que, segundo muitos economistas, está longe de se resolvê-la. É preciso cautela em relação ao Brasil, pois com o incentivo do governo ao consumo, facilitado por diversas condições de pagamentos, de forma simultânea crescem o número de inadimplência, o que não deixa de ser um grande problema em momentos de crise. Já em relação a crise nos países mais ricos, eles passaram a estabelecer multinacionais em outros países para se produzir com mão de obra mais barata, mas esqueceram que em contrapartida crescia o desemprego local, agravando assim a crise global.

 

 

 

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